O que uma API Spring Boot gerada pelo Studio usa em runtime — cv.igrp.framework core (CQRS), stereotypes, autenticação, ficheiros e mail — e como a proteger e estender.
Uma API backend iGRP é um projeto Spring Boot gerado pelo Studio sobre as bibliotecas partilhadas de shared/backend. O Studio modela as entidades e gera o código; o framework fornece a arquitetura (CQRS), a segurança e as integrações com a plataforma.
Bibliotecas
| Módulo | Papel |
|---|---|
cv.igrp.framework:core | Base de tudo: CommandBus / QueryBus (CQRS), convenções de erros, paginação, OpenTelemetry |
stereotype | Anotações iGRP, incluindo @IgrpPermission (declaração de permissões) |
auth-* (keycloak, permify, client, …) | Autenticação JWT (OAuth2 resource server) e autorização via Access Management, com cache |
file/core (+ minio, awss3) | Storage de ficheiros, selecionado por igrp.storage-provider |
mail/core (+ smtp) | Envio de email; delegável ao Notification Service |
Stack, estrutura de pastas, o que é gerado e o que é teu, configuração e como correr.
Declarar com @IgrpPermission, sincronizar com o Access Management, proteger endpoints com @PreAuthorize.
Resource server, filtro JWT, CORS e variáveis de ambiente.
Proteger endpoints passo a passo e resolver os erros mais comuns.
Como se constrói
Modelar no Studio
Entidades e relações no Model Designer e no Diagrama ER.
Executar e testar
Run Preview e Testing no Studio; em conjunto com os outros serviços, no workspace local.
Integrar com a plataforma
Permissões e menus via Access Management, processos via BPMN, emails via Notificações.
Outros frameworks
.NET, Django e Go estão previstos para versões futuras do Studio; hoje o alvo de geração é Spring Boot.
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