iGRPIGRP 3.0Documentation

Visão geral

O que é o iGRP 3.0 (Horizon) — a arquitetura, o padrão BFF e os valores que orientam a plataforma — e o percurso do primeiro dia.

O iGRP 3.0 — Horizon é a plataforma low-code / no-code para construir aplicações digitais robustas, pensada sobretudo para governação digital e sistemas empresariais. O Studio gera o código; o framework e os serviços da plataforma (acessos, processos, notificações) fazem-no correr.

Como começar

Tudo começa no IGRP Studio: é nele que vive o workspace, e é a partir dele que se instala o CLI. O Studio corre localmente no teu computador — ambiente completo, debugging real e funciona offline.

Pré-requisitos

Node.js, yarn, Java, Docker e Git nas versões certas — ver pré-requisitos.

Instalar o Studio

Com o instalador do teu sistema ou a partir do código-fonte no GitHub — ver instalação.

Primeiro arranque

O Studio verifica o ambiente com o Doctor e instala o CLI (@igrp/cli) com um clique — ver primeiro arranque.

Configurações do Studio

Idioma, aparência, contas ligadas e atalhos — ver configurações.

Criar o primeiro workspace

Levanta a plataforma localmente e cria o teu primeiro projeto — criar workspace.

Arquitetura Horizon

Quatro princípios definem a forma como a plataforma é construída e como as aplicações geradas se organizam:

Microservices

As funcionalidades de negócio vivem em serviços independentes, desenvolvidos, atualizados e escalados de forma autónoma.

API-First

Tudo comunica por APIs, o que torna simples integrar novos serviços ou canais — web, mobile, bots.

Cloud-Native

Serviços desenhados para a nuvem: escalabilidade automática, tolerância a falhas e aprovisionamento flexível.

Headless

A apresentação está desacoplada do negócio, permitindo experiências diferentes por canal e dispositivo.

Em conjunto, dão um sistema flexível e preparado para evoluir sem o bloqueio de uma plataforma monolítica. A implementação concreta — serviços, stacks e fluxos de pedidos — está descrita em Plataforma em Docker e em Stack em Kubernetes.

Backend for Frontend (BFF)

Cada tipo de frontend tem uma camada de backend própria, que agrega as respostas dos microserviços e as adapta a esse canal.

1Foco no frontend

Cada BFF responde às necessidades de uma aplicação web, móvel ou de outro canal específico.

2Menor acoplamento

O BFF é a ponte entre o frontend e os microserviços; o frontend não precisa de os conhecer.

3Escalabilidade

Novos canais ganham BFFs dedicados sem alterar as outras interfaces.

Na prática

Menos complexidade nas equipas de frontend e menos overfetching / underfetching de dados.

Valores do manifesto

No lock-in

Aplicações abertas, sem dependências tecnológicas excessivas — migráveis e evolutivas.

Não opinativo

Liberdade técnica e metodológica para a abordagem que melhor serve cada projeto.

Geração de código

O Studio gera a estrutura e o código repetitivo; a equipa concentra-se no negócio.

Composição e reutilização

Componentes modulares partilháveis entre projetos.

Low-code / no-code

Interfaces visuais que aproximam analistas e developers.

Flexibilidade

Acompanha o crescimento e a mudança sem grandes refatorações.

Performance

Aplicações rápidas e leves, com boa experiência de utilizador.

Segurança

Conformidade com padrões regulatórios e requisitos institucionais, por defeito.

Próximo passo
Pré-requisitos

Começa por confirmar as ferramentas do teu computador.

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