iGRPIGRP 3.0Documentation

Visão geral

A plataforma iGRP a correr em Docker no teu computador — a pasta do workspace, as quatro stacks, como se ligam, a ordem de arranque e os dois modos de autenticação.

Um workspace criado pelo Studio traz a plataforma iGRP completa descrita em Docker Compose. Não é uma aplicação: é uma plataforma local que aloja vários serviços e os teus projetos em conjunto. Podes geri-la pelo separador Serviços do Studio ou diretamente com docker compose.

As quatro stacks

A pasta do workspace

<workspace>/
|-- .igrpstudio/                    # workspace.json, scripts de inicialização, realm do Keycloak
|-- igrp-compose.yaml               # stack principal, modo Keycloak
|-- igrp-autentika-compose.yaml     # stack principal, modo Autentika
|-- .env                            # ambiente da stack principal, modo Keycloak
|-- .igrp-autentika.env             # ambiente da stack principal, modo Autentika
|-- nginx.conf                      # reverse proxy central
|-- redis.conf
|-- process/                        # stack Process (se escolhida)
|-- monitoring/                     # stack Monitoring (se escolhida)
|-- projects/                       # os teus projetos
`-- logs/

Os env-files têm segredos em texto simples

projects/ está no .gitignore; os env-files da raiz não. Revê-os antes de versionar ou partilhar o workspace.

Como se ligam

Todas as stacks partilham a mesma rede Docker e a infraestrutura da stack principal. Todo o tráfego HTTP entra pelo nginx, em http://<slug>:<porta>:

CaminhoDestino
/Application Center
/authKeycloak
/apps/<app>frontends (os teus e os da stack Process)
/gateway-api/<serviço>APIs Spring, pelo gateway
/pgadmin, /minio, /eureka, /grafanaferramentas

As APIs nunca são expostas diretamente: o nginx encaminha /gateway-api/* para o gateway, que resolve o serviço pelo Eureka. Um backend novo ganha rota ao registar-se no Eureka, sem mexer no nginx.conf.

Sempre pelo hostname do workspace

Acede a tudo por <slug>:<porta> (o DOCKER_IP e a NGINX_HTTP_PORT do .env) — nunca pelo nome ou IP de um contentor. O hostname entra no issuer dos tokens e nos callbacks de login.

A ordem de arranque

Stack principal

Primeiro, sempre. Cria a rede, as bases de dados e regista os clientes OAuth de que tudo o resto depende.

Projetos

Só os que precisares.

Process e Monitoring

Extensões opcionais, por esta ordem.

No Studio, é o botão ▶ de cada grupo em Serviços; pela linha de comandos, os comandos estão na página de cada stack. Para parar, a ordem inversa.

Modos de autenticação

O workspace suporta dois fornecedores de identidade, mutuamente exclusivos. Em ambos, as aplicações autenticam no Access Management local — nunca diretamente no fornecedor:

ModoStack principalStack Process
Keycloak (por defeito).env + igrp-compose.yaml.env_process + igrp-process-compose.yaml
Autentika.igrp-autentika.env + igrp-autentika-compose.yaml.env_process_autentika + igrp-process-autentika-compose.yaml

Detalhes em Autenticação.

Regras a preservar

Se adaptares este workspace, mantém o modelo: uma stack principal para a infraestrutura partilhada; stacks opcionais separadas; projetos em projects/ com o seu próprio compose; frontends em /apps/<projeto>; APIs pelo gateway com descoberta no Eureka; valores operacionais em env-files; um par compose/env por modo de autenticação.

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